Meu nome é Taiza Renata, moro em Goiânia, tenho 36 anos de idade, casada, mãe de três filhos lindos e maravilhosos (rsrsrs... Mãe coruja!). Sou administradora, empresária e nessa fase da minha vida estou me atrevendo a virar universitária de novo, desta vez cursando Psicologia.
Conheci o Diomar quando ainda era uma menina, enquanto ele já era um rapaz, tocando seu violão e me encantando desde sempre. Nossos pais eram amigos, vizinhos de fazenda e nos reuníamos na fazenda aos finais de semana para, debaixo de uma mangueira centenária, comer deliciosos churrascos, tocar, cantar e extravasar sentimentos.
Sempre ficava encantada com a veia musical dessa família, pois com raríssimas exceções, todos tocavam e cantavam muito bem. Eu, que sempre gostei de música, comecei a tocar piano aos 5 anos de idade, me esbaldava nesses momentos de descontração e viagem aos acordes musicais.
Portanto, meu "caso de amor" com o Didi já vem de longa data. Apesar de termos passados muitos e muitos anos afastados nessa estrada da vida, cada um com seus projetos, cada qual em suas cidades, nossa afinidade e amizade perdurou. Reencontrá-lo e a todos de sua família há poucos anos, foi um presente divino.
Costumo dizer que Didi e sua família têm gosto de infância pra mim. Sabe aquela goiaba doce que a gente comia embaixo da goiabeira e que nunca mais encontramos igual pra vender com o mesmo sabor em canto algum? Ou aquele picolé de groselha que derretia braço abaixo enquanto a gente lambia e que não existe mais? Esse é o sabor dessa família pra mim! Algo especial demais pra ser esquecido ou não ser valorizado, pela simplicidade e pureza do sentimento.
Depois do nosso reencontro, Didi e eu começamos a trocar músicas e textos. Ele cantava pra mim pela webcam, muitas vezes tarde da noite, me mostrava uma nova música e eu escrevia sobre ela, interpretava à minha maneira e ele gostava. Ele lia algumas coisas minhas no meu blog (taizarenata.blogspot.com) e sempre dizia que tínhamos o mesmo "devaneio" em cima de certas questões sensoriais, como a música, como o amor e tantas outras coisas. Até brincamos muitas vezes que eu sou a versão feminina dele. Risos.
E agora me encontro aqui, na garupa desse Cavalo de Ferro, sonhando e viajando junto, compartilhando momentos, saudades, vivências, as quais terei o maior prazer em publicar nesse blog para todos que por aqui passarem. Esse é o nosso primeiro passo para a concretização do livro que irei escrever sobre essas viagens malucas e extremamente interessante do meu cantor mais encantado Diomar Naves.
Curtam bastante!!! Porque eu já estou adorando essa idéia.
Beijos a todos.

Olá, Taiza, parabéns pela iniciativa. Pelo menos agora posso me atualizar, pq peguei a viagem do Diomar já com mais de 3000km rodados. Conheci o Di acho que em 1993, qdo fui passar um Reveillon em Gurupi. O que nos reuniu (minha família e a dele na ocasião) foi uma festa que acabou numa roda de violão, é claro! Encontramo-nos mais algumas vezes aqui em Goiânia, até dei canja no La Fourchet com ele ("Amigo é pra essas coisas"). Perdemos o contato por alguns anos e reencontrei-o pelo Face. Estou adorando a aventura. Já dei até sugestões. Vou acompanhar passo a passo com vocês essa viagem. Boa sorte, bom trabalho.
ResponderExcluirOi, Thais Valle! Obrigada por estar na nossa garupa. Sei que essa vigem será muito interesante, porque além dos quilômetros rodados, Didi nos leva a uma viagem dentro de nós mesmos, levantando algumas questões cotidianas que nos incomodam, mas que não paramos para analisar. Aproveito para deixar também o meu e-mail (trgfmontes@uol.com.br), caso queira enviar algo a ser atualizado mais rápido. O tempo do nosso motociclista é escasso para eventos virtuais. rsrsrs..
ResponderExcluirPrecisamos então nos reunir novamente em Goiânia para nova canja de vocês. Minha casa está à disposição!
Beijo grande.
oi diomar tudo bem,saudades meu amigo,Deus te abençõe em qualquer lugar que vc esteja valeu.
ResponderExcluirdepois eu quero que vc me diga como é as culturas desses paises,o modo como essas pessoas se comunicam,é muito maravilhoso andar pelo mundo e conhecer outros valores não é?
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