Recomendo aos viajantes que gostam de escrever e relatar as emoções como eu, que levem um pequeno gravador de voz ao alcance da mão. Na posse de um que o Hans me presenteou após deixarmos o estado do Ceará, vou registrando na hora e na emoção do momento o que vai acontecendo ou pode acontecer a cada minuto, cada quilômetro rodado, cada instante, o que me ajuda a escrever com mais facilidade e fidelidade os fatos ocorridos, escrevendo tudo com a intensidade e emoção adequada.
Dessa forma, acredito estar deixando alguma mensagem, algum exemplo ou contribuindo de alguma forma para melhorar a vida das pessoas seja, com informação das estradas, das culturas e histórias contidas, das divertidas situações inusitadas ou até com minhas simples reflexões filosóficas.
Por essas últimas, peço sinceras desculpas por meus devaneios e lembro ainda, como disse nos primeiros relatos, que não pretendo aparentar ser profissional da literatura, pois nem amador ainda sou. Só não quero ser como a maioria dos aventureiros que tenho conhecido, que fazem tais façanhas simplesmente pra satisfazer uma necessidade pessoal de andar, correr e fugir.
Poderiam estar tornando essas experiências em ricas histórias, as quais dividiriam com quem se simpatiza com elas e deixar registradas essas aventuras para seus próprios netos, fazendo-os sentir as emoções por uma simples leitura.

Nenhum comentário:
Postar um comentário