Vocês já descobriram quem encontramos pelo caminho???
Acertou que disse que foi “O Nosso Polaco”.
Lá estava o Hans parado, um carro de uma família tirando fotos da moto e nosso “Polaquinho preferido” com dois pneus estourados, todo sujo de graxa e poeira sofrendo que nem “sovaco de aleijado”, como se diz em Goiás.
Claro que demos auxílio e socorro a nosso amigo levando um de seus pneus até uma borracharia a 15 km adiante e lá esperando por ele, que vinha de carona em uma carreta. Vale lembrar que andamos com nossas motos carregadas de bagagem nos lugares do garupeiro. Na borracharia já se ouvia um rapaz trabalhando no primeiro pneu que o Polaco já havia mandado no carro da família que havia parado conosco para socorrê-lo.
Ficamos uma meia hora num calor insuportável esperando ele chegar. Depois ficamos mais uma boa hora até arrumar um dos pneus. Fui pra a estrada tentar parar um carro e arrumar uma carona que levasse nosso amigo de volta até seu carro e evitarmos, assim, colocarmos as motos na buraqueira, apesar de estarmos dispostos se preciso fosse. Afinal, como também se diz em Goiás “companheiro é companheiro”...
Mais uma vez nos despedimos do nosso “Galeguinho dos zóio azul”.
O que vocês acham? Foi uma despedida definitiva? Veremos...
Saímos ouvindo a Gold Wing tocando alto pelo interior amazonense a música de meu amigo e parceiro Tião Pinheiro na voz de seu companheiro de composição o velho e bom “Valente”. Léo Pinheiro cantando versos que dizia: “Quando cruzou os meus passos me encontrou abrindo caminho de volta pra minha solidão”...
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